segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Redes sociais e o administrador 2.0

Porque as redes de relacionamento ainda não envolvem tanto o consumidor? As empresas se preocupam em ter disponíveis vários canais de contato com o consumidor, mas a preocupação permanece a mesma para se estar presente e se manter interagindo com os seus consumidores? Seria em uma comparação metafórica bem estapafúrdia, mas criar canais de comunicação e não controlá-los e monitorá-los é como comprar um carro e deixá-lo estacionado na garagem por muito tempo, ai quando se liga o motor, certamente o mesmo irá apresentar problemas. Mas onde quero chegar com isso?
As redes sociais meu caro! Quem hoje cresce em proporções exorbitantes e só perde na internet como categoria de uso para os sistemas de busca? As redes sociais! Quem hoje cresce a uma taxa de 10% ao ano? As redes sociais! Qual pagina cresceu em número de usuários cerca de 258% em 2010? Acho q você já sabe, mas não custa falar de novo... Uma rede Social!

Mas e como isso impacta na nossa profissão? Por qual motivo o administrador deve olhas de uma nova forma para as redes sociais? As redes sociais pode se tornar um grande instrumento de promoção, interação com o consumidor, canal de informação e de pesquisa, e quando utilizadas de forma correta podem alavancar vendas.
Mas antes de se aventurar no universo da web é necessária a empresa e ao responsável pelo fator rede social conhecer seus clientes e seu mercado. O relacionamento deve ser monitorado constantemente e antes de tudo a empresa deve saber se a rede social vai suprir o que a empresa procura e se a empresa poderá lidar com as necessidades que o novo canal de comunicação irá requerer.

Referencias:

Universidades públicas sofrerão corte de 10% no orçamento para custeio


O corte no orçamento do governo federal vai reduzir em 10% as verbas para custeio das universidades federais. A informação foi dada pelo secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação, Luiz Cláudio Costa, aos reitores das universidades federais. O orçamento da UNB para 2011 prevê R$ 127 milhões para despesas de custeio - gastos com material de consumo, água, luz e programas de assistência.

Ou seja, o corte deve ser da ordem de R$ 12 milhões. "É um valor alto, ainda mais se considerarmos que os recursos do governo já não são suficientes para manter as nossas atividades", afirma o reitor em exercício João Batista de Sousa. "Nós vamos ter que conversar com as unidades acadêmicas para ver o que pode ser cortado ou adiado para 2012″.

Na reunião com os reitores, o secretário de Ensino Superior pediu compreensão, uma vez que o Ministério da Educação foi um dos que menos sofreu com o corte de R$ 50 bilhões no orçamento da União. O orçamento federal será reduzido em 2,5%. No MEC, essa diminuição chega a 1,7%. Ainda assim, a UNB pode ter prejuízo. "A situação é difícil, e tudo indica que este será um ano muito duro", diz o decano de Administração e Finanças, Pedro Murrieta. Os recursos do governo correspondem a 68% dos gastos da UNB. O restante é coberto com a captação própria da universidade, como, por exemplo, os concursos e seleções realizados pelo Cespe. O problema é que o governo federal também anunciou uma redução no ritmo de concursos públicos, que renderiam à UNB cerca de R$ 35 milhões em 2011. Por outro lado, o reitor em exercício João Batista lembra que a empresa pública que vai gerir os hospitais universitários deve absorver grande parte dos gastos do HUB. "Haverá mais dinheiro vindo para a gestão do HUB, o que pode ajudar". O Ministério da Educação também pediu que as universidades reduzam seus gastos com diárias e passagens em 50%. João Batista disse que vai tentar reverter esse pedido, uma vez que ele afeta diretamente as atividades-fim da universidade - ensino, pesquisa e extensão. "Os reitores vão atuar politicamente para que esse corte não ocorra", afirmou.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Ninguém Ganha o Oscar Sozinho

Eu estava descendo a Main Street na Park City, em Utah, durante o Sundance Film Festival com minha amiga Allison, uma diretora de elenco que parecia conhecer todo mundo. Em um determinado momento, nós paramos para cumprimentar um ator que estava decepcionado com a aceitação que ele estava tendo no Festival. "Quem realmente faz os filmes são os atores", contou-me. "O roteiro é apenas o preto e branco de uma página. É o ator quem dá vida às palavras".

Mais tarde, nos deparamos com outro amigo de Allison, um roteirista que estava com um filme no mesmo festival. Ele também estava insatisfeito e o papo foi igual ao que tivemos pouco antes com o ator. "Um filme é criado por quem o escreve", disse ele. "É o roteirista que inventa a história, ele é o responsável pelo filme". Nós não falamos com diretores durante a caminhada, mas tenho certeza de que, se tivéssemos encontrado um, teríamos ouvido que os filmes são mais influenciados pela voz criativa do diretor.

A caminhada foi na Main Street durante o Sundance, mas poderia muito bem ter sido no corredor de alguma empresa, em um dia comum.

Quem é responsável – e deve receber a maior parte dos créditos – por um produto ou serviço que traz altos resultados? A equipe que o desenvolve? As pessoas que o negociaram? Os profissionais que o venderam? Os representantes que conquistaram a confiança dos clientes? A equipe de executivos que traçou as estratégias?

Nem todas as pessoas na equipe têm o mesmo valor, certo? Pense em uma equipe esportiva: há estrelas – que recebem milhões – e há os outros jogadores, que têm menos destaque. É simplesmente oferta e demanda: algumas pessoas são mais facilmente substituíveis que outras.

Então, logicamente, nós teríamos que dizer que os mais bem pagos, mais visados, "mais insubstituíveis" são os responsáveis pelo sucesso do produto ou serviço. Até nós olharmos para a lista de indicados ao Oscar em 2010.

O que é mais interessante na lista não são os filmes indicados ao prêmio principal. O que mais interessa é a quais outras categorias os vencedores como Melhor Filme foram indicados.

Cisne Negro, indicado a Melhor Filme, por exemplo, também foi indicado na categoria de Melhor Diretor, Atriz Principal, Fotografia e Montagem.

Outro indicado a melhor filme, O Lutador, também foi indicado em Roteiro Original, Melhor Diretor, Montagem, Ator Coadjuvante e duas indicações para Atriz Coadjuvante.

A Origem também foi indicado em Roteiro Original, Direção de Arte, Fotografia, Trilha Sonora Original, Edição de Som, Mixagem de Som e Efeitos Especiais.

O Discurso do Rei foi indicado a um total de onze outras categorias, além da principal. Bravura Indômita recebeu nove indicações. A Rede Social recebeu sete.

E, talvez mais significativas, quantas produções indicadas ao prêmio de Melhor Filme não tiveram indicações em outras categorias? Nenhuma. Na verdade, para conseguir uma indicação ao prêmio principal, é preciso ser indicado a melhor em três outras categorias.

Em outras palavras, um filme só é considerado bom quando todas as várias partes que o compõem são, independente e colaborativamente, boas. Nunca é somente o talento de uma única pessoa ou equipe, mesmo quando aquela pessoa é Mark Wahlberg, Natalie Portman, ou um dos irmãos Coen.

No total, os dez que disputam o prêmio de Melhor Filme foram indicados a cinco prêmios de direção, nove de roteiro, 15 de atuação e 29 outros, como montagem, mixagem de som, fotografia e direção de arte.

É improvável que todas essas produções tivessem sido indicadas a Melhor Filme – e muito mais improvável que vencessem – se não fosse o trabalho brilhante feito pelas equipes e pessoas que nós raramente vemos e quase nunca a reconhecemos. Nós, provavelmente, não sabemos o que a maioria delas faz.

Fonte: Por Peter Bregman, www.administradores.com.br


sábado, 26 de fevereiro de 2011

Barack Obama pede a renúncia imediata de Muammar Kadhafi

Presidente dos EUA conversou com a chanceler alemã Angela Merkel.Embaixadas da França, Grã-Bretanha e Canadá suspenderam atividades.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse em uma ligação com a chanceler alemã Angela Merkel, neste sábado (26), que o líder líbio Muammar Kadhafi deve deixar o cargo imediatamente.

"O presidente declarou que, quando um líder, para permanecer no poder, usa a violência em massa contra seu próprio povo, ele perdeu a legitimidade para governar e precisa fazer o que é certo para o seu país, deixando-o agora", disse a Casa Branca em um comunicado sobre a ligação.

Obama e Merkel reafirmaram o apoio ao povo líbio pela universalização dos direitos e concordaram que o governo de Khadafi "deve ser responsabilizado."

A França suspendeu neste sábado toda a atividade em sua embaixada em Trípoli, retirando seu pessoal diplomático da Líbia por via aérea, informou a chancelaria em Paris. "Em aplicação da Convenção de Viena sobre as relações diplomáticas e com o aval do governo russo, a defesa dos interesses franceses foi entregue à embaixada da Federação Russa na Líbia", diz o comunicado. No total, a França evacuou da Líbia 654 pessoas, sendo 498 franceses e 156 estrangeiros, incluindo 45 europeus.

Veja maiores informações em: http://g1.globo.com/revolta-arabe/noticia/2011/02/barack-obama-pede-renuncia-imediata-de-muammar-gaddafi.html
Do G1, com informações da France Presse e Reuters

Os tres erros fatais dos líderes.

José Luiz Tejon Megido

A liderança é uma arte, pois integra conhecimentos científicos comprovados com a lei das incertezas e o ” à descobrir “. Fora isso , exige intuição e humildade para auscultar os rumos da evolução. Dentre as diversas causas do sucesso e fracasso dos líderes, tres entretanto , são fundamentais :

1 – Medo do conflito : Temer os atritos das idéias e o conflito das verdades promove ausencia de vigor e de choque ” hibrido “. A sociedade, a empresa a nação fenece e a entropia aparece.

2 – Microgerenciamento : Lideres apaixonados por controlar a ” caixa de clips ” ou o relatório de centenas de métricas dos vendedores, confundindo eficiência com eficácia. Diminuem o ” empowerment ” , e só trabalham com funcionários ” robos “.

3 – Fazer extraordinariamente bem feito e certo, aquilo que é errado. Representa conduzir com altivez e orgulho o ” Titanic ” para o naufrágio. É o perder-se pelos ” modismos ” e roubar o foco da organização e dos liderados, colocando a atenção num desvio de ” distrações ”

Se adicionarmos às tres , a rainha de todas : a gestão do próprio ego, e a sabedoria de saber sair com a governança da inevitabilidade da evolução; sem dúvida teríamos um mundo espetacularmente melhor. Caminhamos na marcha da insensatez…, mas caminhamos.

Disponível em http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Itaú Unibanco tem lucro de R$ 13,3 bilhões em 2010

Resultado ficou 32,3% acima do verificado no ano anterior.
Carteira de crédito terminou o ano passado em R$ 335,5 bilhões.

O Itaú Unibanco divulgou nesta terça-feira (22) ter registrado lucro líquido, no acumulado de 2010, de R$ 13,3 bilhões, resultado 32,3% acima do verificado no ano anterior. Já o lucro líquido recorrente do banco foi de R$ 13 bilhões, o que representa um aumento de 24,1%.

De acordo com a consultoria Economatica, esse é o maior lucro registrado da história dos bancos. O recorde anterior havia sido registrado pelo Banco do Brasil, também em 2010.

Só no quarto trimestre, o lucro líquido recorrente somou R$ 3,4 bilhões, contra ganho de R$ 2,813 bilhões obtido um ano antes. De outubro a dezembro, o lucro líquido da controladora da instituição foi de R$ 3,89 bilhões, contra R$ 3,213 bilhões no mesmo intervalo em 2009.

A carteira de crédito do maior banco privado do país terminou o ano passado em R$ 335,5 bilhões, alta de 20,5% em 12 meses.

Já o índice de inadimplência total, que considera as operações com atraso de mais de 90 dias, ficou em 4,2% ao final do ano passado, comparado a 5,6% em dezembro de 2009.

O Itaú Unibanco é o último dos grandes bancos no Brasil a reportar o resultado de outubro a dezembro passado.


Fonte: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2011/02/itau-unibanco-tem-lucro-de-r133-bilhoes-em-2010.html


Impressão biológica: o próximo passo da medicina


Pesquisadores desenvolvem cartilagens e pele em impressoras 3D


Precisa de uma orelha, de um menisco ou de um enxerto de pele? Aperte a tecla imprimir e continue a cirurgia. Cientistas americanos apresentaram nesta última segunda-feira (21) durante a reunião da Sociedade Americana para o Avanço da Ciência (na sigla em inglês AAAS) projetos para criar órgãos humanos a partir de robôs que podem criar objetos tridimensionais em questão de minutos.

O processo, conhecido como impressão em 3D, usa materiais diversos, como silicone, cêramica e metais, que são usados para construir, camada a camada, objetos dos mais diversos – mais ou menos como um bico de confeiteiro faz decorações com glacê em um bolo. Um dos materiais mais promissores são os géis com células humanas, que podem ser montados em formatos de órgãos e depois implantados no corpo humano.

Hod Lipson, professor da Universidade de Cornell, disse que por enquanto, apenas estruturas mais simples, como cartilagens, estão sendo testadas. ˜Quanto mais complexo o tecido, maior o desafio,” explicou durante apresentação à imprensa.

Atualmente, o grupo de Lipson faz testes com meniscos (cartilagens do joelho) e válvulas cardíacas, mas os testes estão ainda na fase inicial. “No laboratório, o menisco ‘impresso’ mostrou as mesmas propriedades da cartilagem natural, mas ainda precisamos fazer testes em animais para ver como ele se comporta dentro do corpo,” disse.

Lipson fez uma demonstração da impressora 3D, que montou uma orelha com material não biológico em cerca de 20 minutos.

Direto na pele

Outros grupos procuram diversificar as aplicações da impressora 3D, e já podem apresentar resultados promissores. James Yoo, da Universidade Wake Forest, narrou seus esforços com impressão 3D de pele artificial, diretamente no corpo do paciente. “Estamos testando a tecnologia para ajudar pacientes com queimaduras graves”, afirmou. A pesquisa tem como objetivo ser aplicada em hospitais militares, durante guerras. Woo criou um scanner que mede a área da pele afetada e a extensão da queimadura, e programa a impressora para produzir a quantidade de camadas de pele necessária.

A tecnologia já está sendo testada em animais, com resultados promissores: “As células de pele sobrevivem ao processo de impressão e implantação no organismo, e conseguem se reproduzir”, contou Woo. Mas mais testes precisam ser feitos para descobrir como a pele “impressa”será rejeitada ou incorporada ao organismo de maneira satisfatória.



Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

E o futuro?

Prever o futuro, sempre foi um dos maiores sonhos do homem, e na profissão de administrador isso é perseguido constantemente. O Planejamento, fundamental para qualquer objetivo que venha a ser perseguido, é uma das funções primordiais do administrador e um dos meios com os quais ele lida com o futuro e com a imprevisibilidade que o mesmo ganha.
Empresas que buscam destaque sempre imaginam seu mercado no futuro, como o mesmo estará e como a empresa irá inovar e se encaixar nele, e essa busca é cada vez mais necessária.
Há um velho provérbio que diz: "uma imagem vale mais que mil palavras". E um vídeo, quantas palavras vale? Nesses vídeos duas empresas demonstram como imaginam o cenário que estarão em um futuro próximo, e esperamos que seja bem próximo mesmo:

Corning:

Microsoft:
 

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Lixo hospitalar vira lixo comum, também no Brasil



Chega ao país a tecnologia italiana que transforma resíduos contaminados de clínicas e hospitais em lixo comum e esterilizado, com vantagens financeiras e ambientais

Resíduos de hospitais e clínicas médicas sempre representaram um grande problema. Não só para o meio ambiente, já que normalmente são incinerados, o que libera gases do efeito estufa na atmosfera, como também para os estabelecimentos que trabalham com saúde, que gastam muito dinheiro para gerenciar seu lixo. Sem contar que os materiais descartados são contaminados por microorganismos transmissores de doenças e expõe funcionários a riscos de infecção. Pois uma tecnologia italiana chega ao Brasil para tentar solucionar a questão.

O equipamento - chamado de Newster 10 -, adotado recentemente pelo Hospital Instituto de Medicina e Cirurgia do Paraná, de Curitiba/PR, trata o lixo hospitalar, basicamente, através de dois processos: o de trituração e o de esterilização. Ele é composto por uma câmara com pressão atmosférica a alta temperatura, que funciona como um grande liquidificador. O operador da máquina precisa, apenas, apertar um botão para que a turbina comece a trabalhar. Como é ligada em fonte de energia de 380 Volts, a velocidade com que os resíduos entram em atrito é tão grande que eleva a temperatura interna do equipamento a 150º C. Depois de cerca de meia hora em funcionamento, e de um resfriamento com ajuda de água, a máquina devolve um pó cinza. A vantagem é que ele sai esterilizado, sem nenhum organismo vivo causador de doenças. Além disso, seu volume é até 70% menor e o peso 30% mais leve.

O processo transforma em lixo comum resíduos como:
- materiais para diálise (placas e tubos);
- embalagens (sacos, garrafas, caixas);
- os de laboratórios de microbiologia (amostras de substâncias fisiológicas, caixas para cultura de micróbios);
- cirúrgicos (luvas, bisturis, cateteres);
- infectados (seringas, sondas) e
- materiais orgânicos.

Outra vantagem do aparelho é que seu impacto ambiental é baixo. “Não produz nenhum efluente perigoso para a saúde, nem poluição para o meio ambiente. Ele não libera gás, apenas um vapor de água, que ainda passa por filtros de carbono ativo”, explica Beatriz Genaro, diretora da Traadex, que importa o produto para o país.

Apesar de novo no Brasil, o equipamento tem 20 anos de existência e ajuda hospitais de 22 países, entre eles França, Itália, Polônia, Rússia, Irã, Egito, Marrocos, Uruguai, Paraguai e Venezuela. O hospital ou clínica que quiser comprar a máquina deve investir 220 mil euros, incluindo a instalação do aparelho e o treinamento de operadores. Dependendo da quantidade de lixo produzida, o investimento deve ser compensado em uma média de dois anos e meio. A estimativa é de que os custos com lixo reduzam 60% a 70% por mês.

Por enquanto, o equipamento tem as licenças necessárias para entrar em funcionamento no Paraná, mas a ideia é que chegue a outros estados do país.


Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/

sábado, 19 de fevereiro de 2011

G20 quer reduzir desequilíbrios entre emergentes e ricos


Encontro ocorre em Paris e deverá definir medidas comuns para as nações.
Neste sábado, representantes dos países estão no Ministério das Finanças.

Os ministros de Finanças do G20 (grupo que reúne os países ricos e os principais emergentes) começaram uma reunião para encontrar a fórmula para diminuir os desequilíbrios financeiros globais, questão enfrentada pelas economias emergentes com a vontade da Presidência francesa e outros países ricos de fixar indicadores precisos.

Neste sábado (19), os titulares de Finanças dos países do G20 foram recebidos na sede do departamento de Economia francês pela ministra, Christine Lagarde, e o governador do Banco da França, Christian Noyer.

A reunião, que teve início na véspera com uma recepção e um discurso oferecido pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, deve finalizar no meio da tarde com um comunicado que deve indicar o grau de aproximação produzido na questão dos indicadores, assunto que a delegação alemã demonstrou otimismo neste sábado.

O representante chinês, Xie Xuren, mostrou sua oposição que, entre os indicadores para avaliar os desequilíbrios globais, se incluam as taxas de câmbio e as reservas de divisas.

Uma reação que não surpreende em uma China frequentemente acusada de manter artificialmente o iuane com valor graças ao controle de sua taxa de câmbio para favorecer suas exportações, e de acumular reservas de outras moedas que geram instabilidade.

Da Agencia EFE
Veja maiores informações em: http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/02/g20-quer-reduzir-desequilibrios-entre-emergentes-e-ricos.html

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Por Rômulo Martins

Que o bom profissional precisa ter conhecimento técnico, estar alinhado às competências comportamentais valorizadas pelo mercado e antenado nas tecnologias e tendências na área de atuação você já sabe. Agora as empresas querem mais dos jovens recém-formados. É o que aponta uma pesquisa realizada em 20 países (incluindo o Brasil) pela consultoria alemã Trendence, publicada recentemente na revista Época.

Segundo o estudo, além de todos os requisitos exigidos pelo mercado, daqui em diante a geração high tech deve ter “personalidade”. O fator foi considerado mais importante que “competências” (saber prático) e “conhecimento” (teórico). O Brasil está em terceiro lugar no quesito “personalidade”.

A pesquisa traz outros dados. Dentre os 20 países participantes o Brasil aparece em primeiro no item “mostrar flexibilidade” (70%) e em terceiro na opção “ser capaz de atuar em equipe” (76%).

Ainda de acordo com o levantamento, entre as 19 qualidades necessárias para o sucesso as empresas brasileiras consideram mais importantes: liderança e habilidade para tomar decisões e ética. Visão holística e espírito empreendedor também foram apontados como características essenciais.

“As relações de trabalho mudaram, e o mercado aponta para uma crescente valorização das características comportamentais”, diz Paula Souto Sanches, analista de carreira da Veris Faculdades, do Grupo Ibmec Educacional. Segundo Paula, as mudanças são puxadas pelo acesso à universidade e pela competitividade do mercado.

“Nas últimas etapas de um processo seletivo observamos que os candidatos possuem praticamente o mesmo nível técnico. Daí a necessidade de o profissional desenvolver suas características comportamentais como diferencial em um mundo cada vez mais competitivo.”

Pronto para o mercado

Pesquisa da Trendence revela também que os jovens recém-formados precisam melhorar os seguintes pontos:

falta de experiência profissional e conhecimento prático;

baixa capacidade de adaptação ao ambiente de trabalho;

habilidades sociais, atitude e etiqueta no trabalho.

Fábia Barros, gerente de desenvolvimento da Foco Talentos, afirma que a melhor forma de aprender a usar a personalidade a favor da carreira e de adequar o comportamento à realidade do universo corporativo é participando de projetos profissionais ainda durante a formação universitária. “É preciso sair da mesmice da faculdade, envolver-se em trabalhos voluntários, empresas juniores, estágios, realizar cursos complementares.”

Segundo Fábia, identificar modelos de lideranças e trocar experiências com estes e outros profissionais da área são, da mesma maneira, importantes para começar bem a carreira. “Ative o networking desde já”, recomenda.

Fonte: http://carreiras.empregos.com.br/carreira/administracao/noticias/o-que-as-empresas-querem-dos-jovens.shtm

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Superar expectativas

Todas as noites, rigorosamente, uma equipe de empregados da Disneyworld faz a manutenção e a pintura dos postes para amarrar cavalos da Main Street. Eles são bem projetados e acabados, limpos, brilhantes e adequados para o lugar, uma réplica fiel e elegante do tradicional centro de uma antiga cidadezinha norte americana. Pode parecer um exagero, mas, para a Disney, o parque deve parecer novo todas as manhãs, quando milhares de seus convidados chegam para visitar o mundo encantado.
Este é apenas um dos exemplos da dedicação da Disney que a tornam referência em todo o mundo no atendimento a seus clientes. Uma empresa que se preocupa com um poste prestará essa mesma atenção a qualquer coisa que envolva seus convidados, pois a atenção aos detalhes faz parte da cultura da empresa.
No meio empresarial, a Disney é considerada um dos melhores modelos eficientes de superação de expectativas dos clientes, satisfazendo-os plenamente. Lá eles têm alguns dos segredos para conquistar e manter seu público, aumentar os lucros e viver melhor praticando a excelência nos serviços, mesmo em tempos de crise. Isso envolve competência técnica e franqueza. É o equilíbrio dessas características que permite a uma empresa conhecer seu mercado e clientes com propriedade, se relacionar com eles de forma construtiva e duradoura, atender e superar suas expectativas, conquistar novos clientes, expandir o negócio e construir uma vantagem competitiva estratégica que vai pavimentar sua estrada.
Em seu livro “Nos bastidores da Disney”, Tom Connellan, um dos maiores especialistas norteamericanos em fidelidade de clientes, mostra a importância de os grandes líderes e suas equipes superarem as expectativas de seus clientes, satisfazendo-os plenamente. Para ele, um dos melhores caminhos para isso é acompanhar um modelo eficiente.
Em outro exemplo da excelência da Disney no atendimento aos visitantes, Connellan conta a história de uma criança que começou a chorar após ver o Capitão Gancho sair de cena bem na hora em que a atenderia na fila para um autógrafo. Os empregados (lá chamados “membros do elenco”) superaram as expectativas daquela família ao colocar, no quarto do hotel onde a criança estava hospedada, um boneco do Peter Pan e um bilhete escrito por ele mesmo, pedindo desculpas pelo mau comportamento do rival. São histórias como essa que ajudam o elenco a manter a dedicação ao trabalho.
Muito se fala em excelência nos serviços no mundo corporativo, porém ainda há que se avançar para efetivamente alcançá-la no Brasil. De acordo com publicação da revista Iteology Report, voltada a CEOs de empresas de todo o País, as carências não são poucas. A mais recente pesquisa realizada pela publicação, com 55 CEOs, indica que uma minoria das empresas (26%) acredita ter atingido excelência nos serviços, ou seja, os atributos envolvidos em todas as atividades ao longo do relacionamento entre a empresa e seus clientes. Os resultados da pesquisa ainda mostram que 68% dos entrevistados afirmam perseguir a excelência nos serviços de forma agressiva.
Ainda segundo a revista, a busca pela melhoria da qualidade dos serviços prestados deve partir de uma liderança que incorpora a necessidade da excelência nessa área como diferencial competitivo e delega essa liderança para além da cúpula da empresa. As empresas podem fomentar esse espírito de liderança promovendo as pessoas certas, demandando envolvimento e enfatizando a confiança nelas.

Artigo retirado da WEG em Revista

Recepção dos Calouros da UFC Cariri 2011.1
















No dia 14 de Fevereiro de 2011, início do ano letivo da UFC Cariri, os bolsistas do Programa de Educação Tutorial do Curso de Administração recepcionaram os calouros da universidade através de uma conversa com os estudantes sobre a experiência de ser Aluno PET.

Na ocasião foi procurado despertar dos recém-graduandos uma visão mais ampla do que significa ser universitário, dos pontos positivos de ingressar em uma universidade e do aprendizado adquirido pelos alunos que se envolvem em atividades extracurriculares.

Foi discutida também a responsabilidade do universitário no meio social e os resultados positivos provenientes da atuação conjunta do denominado tripé da universidade, que são o Ensino, a Pesquisa e a Extensão.

No Encerramento do momento de partilha da experiência de ser “PET”, os bolsistas procuram incentivar os recém-ingressos a participar e conhecer, em sua totalidade, o meio universitário. Pois, é dessa forma que a universidade consegue cumprir o seu papel de difundir o conhecimento e principalmente de aplicá-lo para transformar o meio social.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Comunicação Interna das Empresas


A comunicação que era realizada de uma forma interna nas organizações tinha apenas um caráter secundário. Não era lhe dado a importância devida, mas com o desenvolvimento das tecnologias da informação e com a globalização, a comunicação assume um papel fundamental dentro e fora da empresa.

O principal objetivo de uma comunicação interna é fazer com que seus colaboradores tornem-se determinados na realização de suas tarefas, aumentando assim a produtividade da empresa, assim como tornando a relação entre empresa e seus colaboradores mais efetiva.

Tradicionalmente, a comunicação interna era relegada a um segundo plano no planejamento de comunicação das organizações, órgãos ou entidades, certamente porque falta aos empresários e executivos a consciência de que a comunicação (na verdade, a boa comunicação transparente, ágil, democrática e participativa) é vital para o desenvolvimento e a sobrevivência das organizações. (FERREIRA, 2002: 13).

Para que uma comunicação seja bem sucedida é preciso ter um retorno positivo e para isso é preciso traçar alguns parâmetros antes de se iniciar a comunicação. É preciso ressaltar que o processo de comunicação envolve alguns elementos como o emissor, codificação, mensagem, canal decodificação e o receptor. O emissor é o agente ativo que faz a emissão da mensagem.

Mensagem esta que é emitida por um código de linguagem, no caso a codificação da mensagem, que será interpretada ou traduzida pelo receptor, processo de decodificação. Esta mensagem é enviada ao receptor através de um canal de comunicação, que faz o transporte da informação.

Identificar o receptor da mensagem é um fator primordial para uma boa comunicação. Saber com quem está se comunicando possibilita traçar a forma de realizar essa comunicação.

Em uma empresa existem vários cargos. Alguns cargos altos e outros mais baixos, mas todos participam da comunicação interna da empresa. Juntos eles são responsáveis pelo o sucesso ou fracasso da empresa dentro do mercado. A comunicação interna serve para integrar os cargos, levando informações de cargos diferentes para o melhor sucesso na realização das tarefas de todos. Essa comunicação pode ser ascendente ou descendente. A ascendente é aquela mensagem enviada de um cargo baixo para um cargo superior. E a descendente é a comunicação que o cargo mais alto realiza com um cargo mais baixo.

A comunicação descendente é a que viaja para baixo, ou seja, do superior para o subordinado. Ela envolve relatórios administrativos, manuais de políticas e de procedimentos, jornais internos da empresa, cartas e circulares aos empregados, relatórios escritos sobre de-sempenho, manuais de empregados etc. Este tipo de comunicação é muitas vezes superestimado, a custa da recepção da comunicação ascendente [...] Já a comunicação ascendente é a que ocorre para cima, do subordinado para o superior. Envolve memorandos escritos, relatórios, reuniões grupais planejadas, conversas informais com o superior. Apresenta um propósito informativo, auxiliando na tomada de decisões. As empresas desenvolvem muitos programas e políticas para facilitar a comunicação da base para o topo. (FERREIRA, 2002: 24,25)

Referências:http://oficinaderh.blogspot.com/2009/11/importancia-de-uma-comunicacao-para-uma.html

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Vendas no varejo fecham 2010 com alta de 10,9%, mostra IBGE

O volume de vendas do comércio varejista brasileiro ficou estável em dezembro, em relação a novembro, mas fechou o ano de 2010 com aumento de 10,9%, segundo informou, nesta terça-feira (15), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se da maior alta acumulada desde 2001.

Vendas no varejo fecham 2010 com alta de 10,9%, mostra IBGE (Foto: Editoria de Arte/G1)
Vendas no varejo fecham 2010 com alta de 10,9%,
mostra IBGE (Foto: Editoria de Arte/G1)

“Se a economia está melhor, se você se sente com mais dinheiro, você muda seu padrão de consumo e passa a comprar mais, e produtos de mais qualidade. Você deixa de comprar frango e passa a comprar mais carne, ou deixa de comprar margarina e passa a comprar manteiga, melhorando o seu padrão de consumo”, disse Reinaldo Silva Pereira, gerente de Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE.

Em dezembro, a receita nominal registrou aumento de 15,6% na comparação com o mesmo período de 2009 e de 14,5% no ano todo.

“Em 2008, tivemos a crise financeira e a bolha imobiliária nos EUA. Naquele ano, nós não fechamos com dois dígitos. Até iríamos fechar, mas a crise não deixou. No segundo semestre de 2009, a economia brasileira começou a se recuperar. E em 2010, esse crescimento transbordou e cravou nos dois dígitos.”

No acumulado em 2010, entre os setores pesquisados pelo IBGE, o de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo registrou avanço de 9% no volume de vendas sobre 2009. Segundo o instituto, o setor exerceu o principal impacto no resultado anual do setor varejista, representando 39,9% da taxa anual do varejo.

"Este desempenho reflete, principalmente, o aumento do poder de compra da população decorrente do aumento da massa de salário da economia (obtida pela melhora da renda e do emprego) e da expansão do crédito, conforme revelado pelos dados da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE e das Operações de Crédito do Sistema Financeiro registradas pelo Banco Central do Brasil, respectivamente", informou o IBGE, por meio de nota.

Segundo o gerente, conforme a renda vai aumentando, a tendência é de se gastar mais com alimentação. "As classes mais baixas gastam mais com alimentação, mas as classes mais ricas, que já estão bem alimentadas, vão em busca de outros produtos”, afirmou.

As 27 unidades da Federação mostraram aumento nas vendas, com maior expansão vista em Tocantins (71,5%), Rondônia (23,0%), Acre (20,1%), Paraíba (16,1%) e Maranhão (15,8%).

Também tiveram aumentos expressivos as vendas nos segmentos de móveis e eletrodomésticos (alta de 18,3% em relação ao ano anterior), sendo a atividade com o segundo maior impacto (27%) na taxa anual.

“A valorização do câmbio fez com que o preço de eletrodomésticos ficasse mais barato (..) No início do ano, a redução do IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados] contribuiu para o aumento da venda dos eletrodomésticos.”

As vendas do ramo outros artigos de uso pessoal e doméstico tiveram a terceira maior influência em 2010 (7,4%) e apresentou alta de 8,8% no ano. Em seguida, em quarto lugar, aparece o segmento de tecidos, vestuário e calçados (alta de 10,7% sobre 2009). "Este resultado é explicado pela recuperação do mercado interno frente à crise financeira iniciada no final de 2008, quando a atividade começou a registrar resultados negativos, devidos principalmente à valorização do real", diz a nota.

Outras influências partiram de atividade de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, com avanço de 11,9%, exercendo a quinta maior contribuição, seguida por combustíveis e lubrificantes, com varição acumulada de 6,6% em 2010. Depois, estão a atividade de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, com aumento de 24,1% sobre 2009 e o segmento de livros, jornais, revistas e papelaria, cujas vendas subiram 12%.

Em dezembro
Das oito atividades do comércio pesquisadas pelo IBGE, com ajuste sazonal, seis apresentaram aumentos no volume de vendas: tecidos vestuário e calçados (3,4%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (2,8%); livros, jornais, revistas e papelaria (2,3%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,6%); móveis e eletrodomésticos (1,4%); e combustíveis e lubrificantes (1,1%).

Na contramão, com recuos, estão os segmentos de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,3%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,0%).

Por região
Com ajuste sazonal, o volume de vendas apresentou avanço em 16 dezesseis estados, com destaque para Roraima (3,8%), Acre (3,7%) e Piauí (2,0%). Por outro lado, 11 estados tiveram variações negativas, com as principais baixas partindo de Amapá (-1,9%), Bahia (-1,4%), Alagoas (-1,3) e Paraná (-1,3%).

Já na comparação com o mês de dezembro de 2009, as 27 unidades da Federação mostraram aumento nas vendas, com maior expansão vista em Tocantins (71,5%), Rondônia (23,0%), Acre (20,1%), Paraíba (16,1%) e Maranhão (15,8%).

Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/02/vendas-no-varejo-fecham-2010-com-alta-de-109-mostra-ibge.html

Suspensão de concursos atinge menos de 10% das seleções previstas

Medida atinge apenas os concursos do executivo federal, não impactando nos processos seletivos do legislativo federal, judiciário federal, empresas públicas e nos concursos de outras esferas de poder


A suspensão de concursos públicos e nomeações, anunciada na última quarta-feira (9) pelo governo, não deve atingir nem 10% do total de seleções previstas para este ano, segundo informa o presidente do grupo Damásio de Jesus – especializado na preparação de candidatos para concursos públicos –, Thiago Sayão.


Isso porque, explica Sayão, a medida atinge apenas os concursos do executivo federal, não impactando nos processos seletivos do legislativo federal, judiciário federal, empresas públicas e nos concursos de outras esferas de poder, como os estaduais e municipais.


"Por falta de informação, muitas pessoas que estavam pensando em prestar um concurso acabam desistindo, por entender que não vai haver concurso... Contudo, em muitos casos, o concurso que a pessoa queria nem foi atingido e ela acaba perdendo a oportunidade (...) É importante que a pessoa se informe para não perder concurso à toa", disse.


Esperança


De acordo com o jurista e professor da rede de ensino LFG, também especializada em concursos, Luiz Flávio Gomes, a medida anunciada pelo governo atinge concursos como o da Polícia Federal, INSS, Banco Central, Receita Federal, Polícia Rodoviária Federal, Ministério da Fazenda, Ministério da Educação, entre outros.


Todavia, quem pretendia prestar algum destes concursos, diz ele, não deve desanimar, já que suspensões como as anunciadas não costumam durar muito tempo. "As pessoas ficam decepcionadas com um anúncio como este. Contudo, medidas semelhantes já foram anunciadas em governos anteriores e todas às vezes duraram pouco tempo".



Sayão concorda e acrescenta: "não é a primeira vez que há este tipo de suspensão. Como foi dito pelos ministros do Planejamento e Fazenda, eles analisam caso a caso e, mesmo com a ordem de suspensão, acaba ocorrendo concurso do executivo federal, por conta de aposentadorias, morte de servidor, entre outros motivos".


Nomeações e inscrições


No caso das pessoas que já foram aprovadas em concursos, sobretudo aqueles cujos prazos de validade estão próximos do fim, e aguardam a nomeação, os especialistas orientam que elas procurem a Justiça para garanti-la.


"As pessoas devem procurar a Justiça para garantir a nomeação. Entretanto, após diminuírem no primeiro semestre, as nomeações devem voltar a ocorrer na segunda metade do ano", diz Sayão.


O Ministério do Planejamento informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que já solicitou uma lista dos concursos atingidos e deve analisar caso a caso a questão da nomeação. A assessoria informou ainda que, se houver casos de pessoas que se inscreveram para concursos que, após análise, efetivamente não irão ocorrer, serão tomadas as medidas cabíveis para que os inscritos não sofram prejuízos.



Fonte: www.administradores.com.br

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Empresas definem alvo para mercado externo de etanol

Empresários integrantes do projeto Brazilian Sugarcane Bioenergy Solutions, desenvolvido em parceria pelo Arranjo Produtivo Local do Álcool (Apla) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), definiram, em oficina realizada esta semana, os oito países-alvo das ações de promoção de exportações em 2011 e 2012. Com perspectiva de negócios imediatos, serão trabalhados os seguintes mercados: Argentina, Colômbia e Venezuela, na América do Sul; Guatemala, na América Central e Caribe; e México, na América do Norte. Em busca de resultados de longo prazo, o foco estará em Sudão e África do Sul, no continente africano, e Tailândia, na Ásia. Nesses destinos, o objetivo será fazer prospecções sobre oportunidades para futuras negociações.

O Brazilian Sugarcane Bioenergy Solutions é o projeto de promoção de exportações de equipamentos, produtos e serviços das empresas do setor sucroalcooleiro que objetiva aumentar as exportações do setor, projetando o Brasil como referência em nível mundial. A definição dos mercados-alvo do Projeto aconteceu durante a “Oficina de Análise de Mercados Potenciais”, realizada na Faculdade Semar/Unicastelo, em Sertãozinho (São Paulo), com participação de cerca de 20 empresas e técnicos da Unidade de Inteligência Comercial e Competitiva da Apex-Brasil. O evento teve também o apoio do Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (Ceise-BR) e da Prefeitura de Sertãozinho.

Para identificar os mercados-alvo, a Apex-Brasil utilizou uma metodologia que dimensiona a conjuntura dos mercados em potencial e os interesses dos empresários. “Fizemos a análise quantitativa, com números do PIB, exportação e produção, entre outros, de diversos países onde é possível haver interesse para o setor”, explica Marcos Tadeu Caputi Lélis, coordenador da Unidade de Inteligência Comercial e Competitiva da Apex-Brasil. Para aperfeiçoar a análise do mercado externo, esse levantamento preliminar foi somado a informações fornecidas pelos empresários, na chamada análise qualitativa. “Temos as informações de demanda, mas não sabemos a capacidade de oferta das empresas”, diz Lélis.
As informações foram comparadas, e chegou-se aos mercados com maior potencial para os produtos do setor. “Uma solução encontrada para convergir as diversas necessidades de demanda e oferta foi definir o aspecto regionalizado das missões internacionais”, explica Lélis. “Quando houver uma ação em determinado país, vamos procurar estabelecer diálogo com governos e empresários de mercados ao redor para otimizar o tempo e os investimentos”, complementa Eduardo Caldas, gestor de projetos da Apex-Brasil.

Dos oito mercados selecionados, somente na Venezuela o foco será exclusivo em empresários locais. Nas ações realizadas na Argentina, haverá também a busca por contatos com Uruguai, Paraguai e Chile. Na Colômbia, os contatos serão estendidos a Equador e Peru, e, quando a ação for na Guatemala, deverá ser coordenada com representantes de Cuba, Jamaica, Honduras, El Salvador e Panamá. No caso do México, a perspectiva é estabelecer diálogo também com empresas dos Estados Unidos. No Sudão, o objetivo será alcançar todo o norte da África, enquanto que as ações na África do Sul terão foco no sul do continente. A Tailândia servirá de ponto de partida para ações envolvendo países de todo o sudeste asiático, além de China e Índia.

O presidente do Apla, José Antonio de Godoy, participou da oficina e elogiou a qualidade dos debates. “É muito importante este exercício constante de troca de informações”, disse Godoy. Para o secretário-executivo do Apla, Flávio Castelar, “este diálogo é importante para que possamos construir uma estratégia em conjunto e ter chances mais amplas de encontrar bons parceiros e negócios”. Um dos integrantes da oficina foi o representante de vendas da Mausa, Luiz Baldini, para quem a oportunidade contribuiu para ampliar as discussões internas da empresa e oferecer uma compreensão mais ampla de oportunidades de negócio. “Tem muita informação boa aqui, e também podemos trocar experiências e entender alguns aspectos antes não observados dentro de nossas empresas”, disse.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Câmara Árabe: saída de Mubarak não deve afetar comércio com Brasil

Para entidade, compromissos assumidos pelo Egito serão honrados.
Exportações brasileiras para o Egito somaram US$ 1,97 bilhão em 2010.

A saída de Hosni Mubarak da presidência do Egito depois de quase 30 anos no governo não deve causar alterações profundas nas relações comerciais entre o país e o Brasil, na opinião do secretário-geral da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, Michel Alaby. “Não cremos que haverá uma quebra abrupta nas trocas comerciais, já que as empresas que realizam comércio são parceiros tradicionais, algumas com negociações que perduram por décadas. (...) Acreditamos que todos os acordos e compromissos assumidos pelo Egito serão honrados”, disse.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontam que as exportações brasileiras para o Egito somaram US$ 1,97 bilhão (cerca de R$ 3,28 bilhões) em 2010, valor 36% superior aos US$ 1,44 bilhão de 2009. O país é o segundo maior comprador de produtos brasileiros no mundo árabe, atrás apenas da Arábia Saudita.

Segundo o secretário-geral da Câmara Árabe, os principais produtos importados pelo Egito são carnes (bovina e frango), açúcar, minérios, cereais, veículos e maquinário.

No sentido contrário, o movimento ainda é bem menor. Em 2010, o Brasil importou o equivalente a US$ 168,8 milhões do Egito. Entre os principais produtos importados estão fertilizantes, combustíveis fósseis, algodão, químicos inorgânicos, couro e borracha.

Fabíola Glenia
Do G1, em São Paulo
Veja maiores informações em: http://g1.globo.com/crise-no-egito/noticia/2011/02/renuncia-de-mubarak-nao-deve-afetar-comercio-entre-egito-e-brasil.html

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Reter clientes custa menos que conquistar novos

Em uma economia com menores taxas de crescimento, conquistar e manter clientes torna-se questão de sobrevivência.

Por Marcos Morita

A nova ocupante do Palácio Planalto já começa a dar sinais do norte econômico para os próximos meses. Juros mais altos, metas de inflação e superávit primário são a parte mais visível. Discursos comedidos, raros e realistas, apontam para um cenário ainda positivo, porém sem o mesmo otimismo de seu antecessor.

Como não é possível adivinhar os índices econômicos para 2011, é de bom grado que os empresários trabalhem com cenários mais realistas em suas sessões de planejamento. Em uma economia com menores taxas de crescimento, conquistar e manter clientes torna-se questão de sobrevivência. Vejamos então algumas dicas que poderão auxiliá-lo.


Encante seu cliente

Encantar significa superar, ultrapassar, exceder as expectativas dos consumidores, as quais são formadas com base em diversos fatores, tais como: (a) experiências passadas, (b) boca a boca e (c) valor ou importância relativa. O primeiro item se refere às compras realizadas no mesmo estabelecimento, concorrentes ou prestadores de serviços similares. O velho boca a boca é um dos quesitos de maior peso, haja vista o sucesso das redes sociais. A importância relativa se refere ao valor monetário: um carro, uma casa ou uma prestação de serviços interferem na formação das expectativas.


Faça o WOW! acontecer

Para encantar o cliente vá além do script, antecipando-se às necessidades de maneira que o WOW aconteça. Pense em quantas vezes você disse WOW! nos últimos meses por um serviço ou produto adquirido. A Apple é um case de sucesso, cujos produtos inovadores são aguardados com ansiedade por seus fãs.

Quanto ao setor de serviços este processo é um pouco mais complexo, devido às variações inerentes ao contato humano, característica denominada como inseparabilidade. Há alguns exemplos clássicos, tais como a empresa aérea TAM, a qual nas épocas áureas de seu fundador Amaro Rolim, foi considerada como uma das empresas que melhor encantavam seus clientes.


Treine, treine, treine

O encantamento é construído com a excelência no atendimento, também chamado de momento da verdade, na qual consumidor e empresa encontram-se frente a frente. Um atendente mal humorado, mal informado ou mal contratado pode arrasar a imagem da empresa. Por esta razão as empresas com excelência devem saber contratar, capacitar, motivar e recompensar seus funcionários.

A autonomia ou empowerment (delegação de poderes) deve ser também encorajada de maneira que os funcionários possam tomar decisões rápidas quando necessário, evitando burocracias e processos demorados. Quanto mais rápido uma insatisfação for resolvida, maiores as chances de reconquistar o cliente.


Trate-os como gostaria de ser tratado

Investir no layout e na decoração de seu estabelecimento é algo extremamente importante, denominado na teoria como evidências físicas. São partes integrantes do processo de excelência e do atendimento. Grande parte das empresas tem investido em instalações mais confortáveis: ar condicionado, layout refinado, cafés, revistas, livros, salas de espera, manobristas. Em alguns casos, podem tornar-se fonte de receitas, além de ajudarem a criar o clima de encantamento aos clientes.


Aproveite os benefícios do WOW!

Clientes encantados costumam ser mais fiéis, traduzindo-se em uma repetição de compras. Estudos comprovam que o custo de manter um cliente é menor que adquiri-lo. As operadoras de celular são mestres nesta estratégia, oferecendo pacotes atraentes para "roubar" clientes da concorrência, sacrificando suas margens. Em alguns casos agem como embaixadores, divulgando-a aos seus parentes, amigos e sua rede virtual de contatos.

Apesar das nuvens que se avizinham, os empresários podem garantir um ano bastante saudável, através da criação de mais momentos WOW! Conhecimento profundo das necessidades dos clientes, treinamento, autonomia à linha de frente e alinhamento entre discurso e prática, são alguns dos requisitos necessários para a obtenção de clientes mais fiéis, os quais satisfeitos, talvez sejam mais falantes que a atual ocupante da cadeira presidencial.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/marketing/reter-clientes-custa-menos-que-conquistar-novos/42606/

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Falar bem em público: a importância para o exercício do marketing pessoal

Analisando o atual e competitivo cenário mundial, constata-se que o sucesso pessoal e profissional está, cada vez mais, relacionado à capacidade de comunicação com grupos de pessoas.

O psicólogo e professor Newton Ferreira, especialista em vendas e recursos humanos, defende a tese que os profissionais precisam estar aptos a tomar a palavra e argumentar de forma convincente, seja nos relacionamentos sociais ou profissionais, nos mais diversos ramos de atividade. “Desta forma, estaremos imprimindo uma marca pessoal positiva nas relações humanas, e fortalecendo nossas carreiras com uma habilidade notada e admirada pelos outros. Estaremos, enfim, exercitando produtivamente nosso marketing pessoal”, analisa

Pesquisa realizada pela revista Business Week, em 1983, demonstrou que “somente são promovidos para maiores responsabilidades nas empresas indivíduos que tenham qualificação para comunicar claramente suas idéias, pensamentos e planos para os demais, de forma oral e escrita”. Não obstante, pesquisa realizada por um grupo de psicólogos ingleses junto a três mil pessoas, e publicada no jornal Sunday Times, identificou que 44% das pessoas sentem medo para falar em público. “Diante deste paradoxo, é natural que muitas pessoas sintam-se ansiosas ante o desafio de comunicar-se com um público ouvinte. O medo para falar em público pode vir a ser, senão totalmente superado, pelo menos controlado, a partir da plena compreensão acerca de como atua e de intenso trabalho para minimizar os efeitos de suas causas principais”, observa o palestrante.

Na opinião do professor falar bem em público é uma habilidade necessária e importante para a promoção do nosso marketing pessoal. “Embora poucos estejam preparados para aproveitá-las adequadamente, são inúmeras as oportunidades para se falar em público: dirigir ou participar de reuniões, apresentar produtos e serviços, proferir palestras e conferências, ministrar aulas e treinamento, recepcionar e apresentar oradores, prestar,agradecer homenagens e dar entrevistas aos meios de comunicação”, afirma.

Mas, afinal de contas, o que é marketing pessoal? A palavra marketing, importada do idioma inglês, porém tão largamente utilizada em nossas comunicações, significa algo que o vocabulário não consegue expressar numa única palavra. Vem do latim, de mercatus, que significa “lugar onde se vendem mercadorias”. A expressão marketing pessoal refere-se ao conjunto de ações que se promove ou vende. “Tão importante quanto se esforçar para estar qualificado a fim de atender às significativas exigências de uma determinada área de atuação profissional, é estar suficientemente preparado para levar aos outros essa percepção”, esclarece o especialista.

Para concluir Newton explica que nascemos com o dom da comunicação, mas que somos os responsáveis pelo seu desenvolvimento. “Os aspirantes ao domínio da arte de falar em público estão pleiteando a aquisição de uma habilidade plenamente viável. Suas expectativas estão condizentes com uma possibilidade de conquista real, desafiadora e gratificante”, finaliza.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Animações brasileiras vivem bom momento no mercado de entretenimento infantil De olho no mercado internacional e recebendo mais apoios das leis de inc

De olho no mercado internacional e recebendo mais apoios das leis de incentivo à cultura, produtoras se esmeram na produção de animações infantis

Meu Amigãozão

'Meu Amigãozão' rrecebeu recursos da produtora Breakthrough Animation, do Canadá, em parceria com o Brasil

Há menos de quatro anos, não havia nenhuma animação nacional na grade dos canais infantis das TVs por assinatura e aberta. Hoje, pelo menos quatro produções brigam em iguais condições pela atenção das crianças entre 3 e 7 anos no Brasil. O cenário foi alterado pela forma como as empresas de animação passaram a captar recursos e o interesse do governo em financiar ou beneficiar esses projetos em leis de incentivos fiscais. Segundo os produtores nacionais, não adianta produzir apenas para o Brasil. É preciso fazer animação visando o mercado mundial.

O resultado é que desenhos como Meu Amigãozão, Peixonauta, Escola Pra Cachorro e Princesas do Mar, além do já tradicional Cocoricó, da TV Cultura, são programas tão íntimos das crianças quanto os gringos Backyardigans, Barney e Vila Sésamo. Andrés Lieban, um dos criadores da série Meu Amigãozão, do canal Discovery Kids, conta que o Brasil se manteve fora do mercado até então por não ter a capacidade de produzir desenhos na velocidade e com preços que fossem acessíveis no mercado internacional. "A animação teve prioridade para o governo porque a possibilidade de retorno financeiro é maior", diz Lieban. "Criamos uma série que fala de assuntos universais, como amizade, por exemplo. Depois de dublado, a criança nem percebe de onde vem a animação e por isso é mais fácil vendê-la."

Para produzir Meu Amigãozão, a produtora de Lieban, a 2Dlab, foi levantar recursos com a produtora Breakthrough Animation, do Canadá, que coproduz a série e divide os custos pela metade. A empresa brasileira, foi autorizada pelo Ministério da Cultura a captar no Brasil quase R$ 12 milhões, utilizando leis de incentivo. "Tentamos fazer uma animação sem referências internacionais, como crianças jogando basebol".

Do Canadá, veio metade dos R$ 20 milhões investidos na produção de Escola Pra Cachorro, exibida no canal Nickelodeon e produzida pela Mixer. A outra metade foi bancada por leis de incentivo do Ministério da Cultura. "Acredito que exista um movimento no Brasil para a criação de animações nacionais", diz Tiago Mello, diretor executivo da área de infanto-juvenil da produtora. "Esse movimento começou há uns cinco anos, quando as produtoras passaram a procurar parceiros no exterior", destaca. Segundo a Nickelodeon, a animação foi responsável por aumentarem 67% a audiência do canal, de segunda à sexta, às 9h. No México e na Argentina, a audiência cresceu 32% e 131% respectivamente.

Princesas do Mar", exibida no Discovery Kids, também foi buscar parte dos recursos no exterior, algo em torno de R$ 10 milhões - a série custou R$ 23 milhões. "Conhecemos produtoras da Austrália e da Espanha, que nos auxiliam na série", diz Fábio Yabu, criador da animação. Hoje, o desenho, que fala sobre princesas que vivem no oceano e ensinam as crianças a escovar os dentes e tomar banho, entre outras, é exibido em 50 países.

Mas o maior sucesso brasileiro do canal é o desenho Peixonauta. Segundo o Ibope, a animação foi a terceira mais vista no último trimestre de 2010, perdendo apenas para Mister Maker (que não é uma animação) e Mecanimais, ambas produções estrangeiras. Entre todas as atrações do Discovery, os brasileiros Princesas do Mar e Meu Amigãozão figuram entre os dez mais. Peixonauta conta a história de um peixinho que usa uma roupa de astronauta para descobrir a vida fora da água. A animação é exibida no Discovery Kids e também no exterior, em países como Tailândia, Israel, Egito e Iugoslávia.

(Com Agência Estado)

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/animacoes-brasileiras-vivem-bom-momento-no-mercado-de-entretenimento-infantil

O Que É Empreendedorismo Social?

Empreendedorismo Social - Em prol de um mundo melhor no futuro Autor: Carlos Abreu
Disponível em: http://www.atitudessustentaveis.com.br/conscientizacao/o-que-e-empreendedorismo-social/

Nas últimas décadas, a humanidade vem adquirindo a consciência de que é necessário agir para que tanto o meio ambiente quanto as diversas classes sociais não seja prejudicado com o progresso e o avanço da tecnologia, surgindo assim o Empreendedorismo Social.

Empreendedorismo Social é um nome dado a um conjunto de ações empreendedoras que visam à melhoria da sociedade, onde os empreendedores lançam mão de medidas que podem ser ao mesmo tempo lucrativas e sociais.

O empreendedor trabalha para conseguir lucro, estabelece medidas e estratégias que gerem um resultado financeiro positivo, já o empreendedor social trabalha para conseguir resultados positivos dentro de uma sociedade, estabelecendo medidas e estratégias que gerem um retorno social e ambiental positivo.

O empreendedorismo social busca hoje implantar nas comunidades medidas sustentáveis para que possam conciliar avanços tecnológicos e outros progressos com um meio ambiente saudável e boas condições de vida para todos.

É uma área de grande importância para o meio ambiente e para as populações que dele desfruta, pois ganham apoio para a conservação e utilização racional dos recursos naturais e base para a melhoria de vida.

Temos hoje grandes exemplos de Empreendedorismo Social que deram certo como a Ashoka e a Artemísia, duas empresas empreendedoras com responsabilidade social.

Criada em 1987 no Brasil, a Ashoka Empreendedores Sociais, é uma empresa que atua há 25 anos, sem fins lucrativos, investindo em empreendedores sociais, pessoas com idéias novas que podem gerar grandes mudanças na sociedade, grandes benefícios que atendam as classes mais necessitadas.

A empresa busca com seus setores alcançar uma melhoria social a nível mundial, fazendo propaganda de seus trabalhos e investindo cada vez mais em cidadãos interessados em fazer deste um mundo melhor.

Já a Artemísia, criada em 2002, é uma empresa que busca formar empreendedores sociais, acredita que pode unir negócios a ações comunitárias, assim gerando lucro e melhorias para a sociedade.

Tem como meta reduzir ou mesmo abolir as desigualdades sociais e econômicas a partir da criação de negócios sociais, fontes de renda que gerem não só dinheiro, mas também melhorias em todos os setores existentes em uma sociedade.

Estas são duas empresas que buscam uma forma de vida mais justa, onde o meio ambiente seja preservado e as diferenças sociais sejam reduzidas o máximo possível para que todos tenham oportunidades iguais.

Que elas sirvam como grandes exemplos de Empreendedorismo Social levando ao Brasil e ao mundo todo a certeza de que todos nós podemos fazer a diferença.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Primeiro trimestre é a melhor época para encontrar um estágio no Brasil

Os meses de janeiro a março são a melhor época para se conseguir uma oportunidade de estágio. São chamados de "Temporada de Estágios". Os números do Brasil revelam uma expectativa de 210 mil vagas.

Está aberta a temporada de estágios. De janeiro a março são 210 mil vagas, 20% a mais do que o mesmo período do ano passado. “Houve um reaquecimento, no início do ano as empresas estão se reestruturando e contratando mais estagiários até para suportar essa demanda”, explica Erick Sperduti, analista de seleção.

Vaga tem, mas faltam interessados. Isso porque muitos candidatos que se inscrevem num programa de estágio só planejam voltar a trabalhar na volta às aulas ou depois do carnaval, em março. Com isso, algumas empresas não conseguem preencher as vagas.

Mesmo uma empresa que remunera bem, R$ 800 mais comissão sobre as vendas, que costuma dobrar o valor no fim do mês, está com dificuldades de encontrar um estagiário da área de administração. “Ele está perdendo uma oportunidade, pois ele vai entrar aqui e se desenvolver, então a gente só precisa que ele tenha o comprometimento e a iniciativa de estar aqui”, declara Ariane Traverzin, gerente comercial.

Tem candidato que é selecionado, mas na hora da entrevista desaparece. “Se ele já está faltando num processo seletivo, imagine quando ele iniciar um estágio ou trabalho na empresa.”, ressalta Sperduti.

Lei estágio:

- os contratos de estágio têm duração máxima de dois anos;
- a jornada de trabalho é de seis horas diárias;
- os estagiários têm direito a remuneração mensal, o bolsa auxílio;
- transporte;
- seguro contra acidentes;
- folga semanal
- direito a férias de 30 dias depois de um ano de trabalho na empresa.
Fonte: Abre - Agência Brasileira de Emprego e Estágio

O problema da falta de estagiário no mercado também tem outra explicação, a falta de qualificação.

Na região de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, faltam candidatos até para os estágios de nível técnico. As vagas mais difíceis de serem preenchidas são para técnicos em eletrônica, eletroeletrônica e para a área administrativa. Uma empresa está à procura de dois estagiários há um mês e, mesmo oferecendo bolsa-auxílio de R$ 600 mais benefícios, não consegue preencher as vagas.

Se você quer começar a carreira por um estágio, administração, comunicação e informática são as áreas que mais contratam. Mas se a intenção é ganhar mais, atenção para as áreas de engenharia, estatística e matemática.

No Ceará, uma experiência deu certo para a empresa e agora para um ex-estagiário. Em Fortaleza, Israel começou a estagiar numa corretora de seguros há um ano. Nesta semana foi contratado pela empresa. Agora ele tem mesa, ramal e até computador pessoal. “O estagiário inicialmente tem que acreditar que será contratado e com a dedicação, compromisso, isso leva crer que a empresa vai reconhecer seu trabalho e por conseqüência a contratação imediata”, declara Hermeto Aguiar, corretor de seguros.

Veja a matéria completa em: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/02/primeiro-trimestre-e-melhor-epoca-para-encontrar-um-estagio-no-brasil.html
Jornal Hoje da emissora Rede Globo
Edição do dia 07/02/2011
07/02/2011 11h52 - Atualizado em 07/02/2011 18h12

domingo, 6 de fevereiro de 2011

O que as empresas querem dos jovens

Por Rômulo Martins

Que o bom profissional precisa ter conhecimento técnico, estar alinhado às competências comportamentais valorizadas pelo mercado e antenado nas tecnologias e tendências na área de atuação você já sabe. Agora as empresas querem mais dos jovens recém-formados. É o que aponta uma pesquisa realizada em 20 países (incluindo o Brasil) pela consultoria alemã Trendence, publicada recentemente na revista Época.

Segundo o estudo, além de todos os requisitos exigidos pelo mercado, daqui em diante a geração high tech deve ter “personalidade”. O fator foi considerado mais importante que “competências” (saber prático) e “conhecimento” (teórico). O Brasil está em terceiro lugar no quesito “personalidade”.

A pesquisa traz outros dados. Dentre os 20 países participantes o Brasil aparece em primeiro no item “mostrar flexibilidade” (70%) e em terceiro na opção “ser capaz de atuar em equipe” (76%).

Ainda de acordo com o levantamento, entre as 19 qualidades necessárias para o sucesso as empresas brasileiras consideram mais importantes: liderança e habilidade para tomar decisões e ética. Visão holística e espírito empreendedor também foram apontados como características essenciais.

“As relações de trabalho mudaram, e o mercado aponta para uma crescente valorização das características comportamentais”, diz Paula

Souto Sanches, analista de carreira da Veris Faculdades, do Grupo Ibmec Educacional. Segundo Paula, as mudanças são puxadas pelo acesso à universidade e pela competitividade do mercado.

“Nas últimas etapas de um processo seletivo observamos que os candidatos possuem praticamente o mesmo nível técnico. Daí a necessidade de o profissional desenvolver suas características comportamentais como diferencial em um mundo cada vez mais competitivo.”

Pronto para o mercado

Pesquisa da Trendence revela também que os jovens recém-formados precisam melhorar os seguintes pontos:
1º falta de experiência profissional e conhecimento prático;
2º baixa capacidade de adaptação ao ambiente de trabalho;
3º habilidades sociais, atitude e etiqueta no trabalho.

Fábia Barros, gerente de desenvolvimento da Foco Talentos, afirma que a melhor forma de aprender a usar a personalidade a favor da carreira e de adequar o comportamento à realidade do universo corporativo é participando de projetos profissionais ainda durante a formação universitária. “É preciso sair da mesmice da faculdade, envolver-se em trabalhos voluntários, empresas juniores, estágios, realizar cursos complementares.”

Segundo Fábia, identificar modelos de lideranças e trocar experiências com estes e outros profissionais da área são, da mesma maneira, importantes para começar bem a carreira. “Ative o networking desde já”, recomenda.

Fonte: Empregos.com.br

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Entendendo o Endomarketing ou Marketing interno

Por Gustavo Periard,


Nas décadas passadas, as unidades de Recursos Humanos não se preocupavam muito com questões relacionadas à estratégia da empresa, talvez por isso não possuíssem lugar de destaque dentro do planejamento das organizações. Porém, com a constante valorização dos profissionais (capital humano) nas empresas, o RH passou a ter uma importância estratégica muito maior, participando ativamente dos processos decisórios e de gestão das organizações nos dias de hoje.


Tornou-se prática comum a tomada de decisão baseada nos interesses dos funcionários (clientes internos) das empresas, com medidas que buscam a satisfação de suas necessidades básicas, integrando-os ainda mais com a organização, seus produtos e/ou serviços. Por isso, muitas empresas começaram a investir no chamado Endomarketing, ou Marketing interno.

Mas o que é endomarketing?

O termo endomarketing foi cunhado pela primeira vez por Bekin (1995), em seu livro “Conversando sobre Endomarketing“, onde discute vários pontos do que Philip Kotler chamou de “Marketing Interno das Organizações“.

O endomarketing nada mais é do que uma ferramenta de gestão que se utiliza dos princípios básicos do marketing tradicional aliados à gestão estratégica de Recursos Humanos. É voltado exclusivamente para o público interno da empresa, ou seja, seus funcionários, com o objetivo de criar relações entre os trabalhadores e a empresa, compartilhando a cultura da empresa de forma mais direta, criando vínculos emocionais e profissionais mais relevantes para ambas as partes.

O Marketing Interno é utilizado muitas vezes para fazer com que os colaboradores internos da empresa conheçam melhor aquilo que a empresa vende, tornando-os uma espécie de experimentadores diretos de tais produtos/serviços. Desta forma, a empresa consegue obter opiniões seguras sobre o que põe no mercado, possibilitando o aperfeiçoamento de seus produtos antes mesmo de colocá-los no mercado.

Porém, não podemos confundir esta ferramenta com o marketing tradicional, uma vez que as estratégias adotadas dependem diretamente do comportamento dos funcionários dentro da empresa e também da cultura organizacional. Não se pode adotar uma mesma estratégia de endomarketing para todas as empresas.

Fonte: http://www.sobreadministracao.com/entendendo-o-endomarketing-ou-marketing-interno/

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Ecodesign reduz custos e cresce nas empresas

O design com orientação sustentável, ou ecodesign, que tem o objetivo de diminuir o impacto ambiental de produtos e embalagens, começa a ganhar espaço na agenda das empresas. "O ecodesign é uma ferramenta que ajuda a economizar matéria-prima, a partir do redesenho dos produtos. Isso significa redução de custos com materiais e logística, o que é bem-vindo em tempos de crise", diz Cyntia Malagutti, professora de ecodesign e sustentabilidade do Centro Universitário Senac.

Um exemplo é a multinacional de alimentos Danone, que introduziu no Brasil uma tecnologia de produção de embalagens 19% mais leves, o que reduz na mesma medida o volume de resinas plásticas utilizadas.

Por meio de transferência de tecnologia, um dos fornecedores brasileiros da Danone passou a fabricar embalagens por um sistema conhecido como "foam" (espuma, em inglês), em que o ar é injetado na produção de chapas plásticas. Mais leves, as embalagens reduzem custos de produção e logística.

"As embalagens representam um custo alto para a empresa. Além disso, o grupo tem metas globais para reduzir as emissões de gases poluentes. Esse projeto atende às duas questões", diz Fabio Fontes, diretor de compras da Danone. Atualmente 10% das embalagens de iogurtes no Brasil já são feitas com a nova tecnologia. Em três anos, a meta é chegar a 100%.

Descartáveis
Na Central de Abastecimento (Ceasa) de Porto Alegre, está em curso um programa de eliminação das caixas de madeira descartáveis, usadas para acondicionar hortifrútis. Para isso, foi desenvolvida uma caixa reutilizável de plástico para reduzir o desperdício de madeira.

A vida útil da embalagem retornável é de cinco a dez anos. "O investimento nas caixas cônicas retorna em um ano para o produtor", diz Luciano Medeiros, sócio da CleanBox, empresa responsável pela venda e higienização dos vasilhames. A companhia investiu R$ 3,5 milhões no projeto.

O design da caixa foi feito pela fabricante de peças de plástico Linpac Pisani. "Nós nos preocupamos em priorizar a redução dos custos e o sistema de higienização exigida por lei", diz Vasco Bosi, diretor comercial da empresa. O desenvolvimento do material foi feito em parceria com a Braskem.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

ENEAD 2011

O ENEAD, Encontro Nacional dos Estudantes de Administração, é o mais importante e tradicional evento de administração do Brasil. Sua primeira edição foi realizada na cidade de Salvador no ano de 1974, acumulando até hoje a participação de mais de 160.000 estudantes em 04 décadas de evento.

Depois de 13 anos, o evento volta para o Espírito Santo totalmente reformulado se tornando o 1º Congresso Universitário Empresarial do país, um novo conceito para um novo mundo.

O ENEAD é o único evento nacional de administração reconhecido pela União Nacional dos Estudantes (UNE), pelo Conselho Federal de Administração (CFA), e pela Federação Nacional dos Estudantes de Administração (FENEAD).

Conhecido e respeitado por toda a comunidade de profissionais e estudantesde administração, o evento traz um amplo espaço de discussão da ciência da administração junto a estudantes de todos os estados brasileiros.

Reformulamos o evento, para você reformular o mercado


Fonte:http://www.enead.com.br/